terça-feira, 2 de junho de 2026

NEI VAN SORIA SE APRESENTA NESTE SÁBADO NO TEATRO DE CÂMARA TÚLIO PIVA

Foto: Divulgação
Nei Van Soria vai retornar ao Teatro de Câmara Túlio Piva, na Rua da República, 575, Cidade Baixa, neste próximo sábado, dia 6 de junho, com a sua nova turnê.
Referência do Rock Gaúcho, o músico apresentará um espetáculo que dialoga diretamente com o álbum “Latinoamericano”, em que revisita canções marcantes da sua carreira em versões cantadas em espanhol. O registro foi lançado em janeiro de 2026.
O show propõe um olhar diferenciado sobre as diferentes fases do artista, reunindo composições da carreira solo e clássicos eternizados com o TNT e com Os Cascavelletes.
Ao incorporar um outro idioma, ele amplia o alcance de músicas que já fazem parte da memória afetiva de várias gerações, como “Jardim Inglês”, “Você e Eu”, “O Tempo”, “Isso Inclui Você”, “Jessica Rose” e “Lobo da Estepe”, entre outras mais.
O repertório, além de manter a sua essência Rock’N’Roll intacta, demonstra a capacidade de reinvenção de Nei, que adiciona nuances latinas e vibrantes às suas composições. Ao cantar em espanhol, ele também abre portas para um novo público, promovendo um intercâmbio cultural que enriquece o cenário musical do nosso país.
SERVIÇO – NEI VAN SORIA
Local: Teatro de Câmara Túlio Piva
Endereço: Rua da República, 575, Cidade Baixa
Quando: 6 de junho, sábado
Horário: 21h
Classificação: 16 anos
Escute “Latinoamericano” no Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/album/2dtgxDbYap69NyDWcTgGxZ

MEL LISBOA APRESENTA SEU TRIBUTO A RITA LEE NESTA QUARTA-FEIRA NO OPINIÃO

Foto: Divulgação
No ano passado, a atriz e cantora Mel Lisboa lotou o Opinião interpretando Rita Lee (1947-2023). Pois nesta quarta-feira, dia 3 de junho, Mel retorna ao mesmo Opinião, na Rua José do Patrocínio, 834, na Cidade Baixa, com seu Tributo a Rita Lee, a partir das 22h. No show, ela interpreta os maiores sucessos da a rainha do Rock Nacional.
Com o intuito de apresentar um apanhado geral da carreira da icônica cantora, Mel não deixará de fora do repertório músicas como “Flagra”, “Ovelha Negra”, “Agora Só Falta Você” e “Lança Perfume”. Um dia, a própria Rita Lee exaltou a performance da atriz, dizendo: “Mel, você me fez muito melhor do que eu mesma”.
Mel Lisboa é porto-alegrense, filha de Bebeto Alves e da conceituada astróloga Cláudia Lisboa. Ela iniciou a sua carreira na dramaturgia ainda na adolescência. Entre tantos trabalhos na televisão, o maior destaque da sua trajetória é a minissérie “Presença de Anita” (2001), de Manoel Carlos.
No cinema, a atriz recentemente fez parte do elenco de “Maníaco do Parque” e “Atena”, ambos de 2023. Já no teatro, Mel está em cartaz com o musical de Rita Lee desde abril de 2024, em São Paulo. Com um público que já ultrapassa a marca de 100 mil espectadores, o espetáculo já levado a outras cidades e ganhou indicações ao Prêmios APCA e Shell por conta da performance da sua protagonista.
SERVIÇO – MEL LISBOA: TRIBUTO A RITA LEE
Local: Opinião
Endereço: Rua José do Patrocínio, 834, Cidade Baixa
Quando: 3 de junho, quarta-feira
Horário: 22h
Abertura da casa: 20h30
Realização: Todt Produções, Lado C e Opinião Produtora
Veja Mel Lisboa – “"Menino Bonito/ No Escurinho Do Cinema" no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=uxJ_jHdd7_o&list=RDuxJ_jHdd7_o&start_radio=1

domingo, 31 de maio de 2026

“BARÃO VERMELHO TEM SHOW EXTRA CONFIRMADO NO ARAÚJO VIANNA EM 26 DE JUNHO

Foto: Facebook
Em turnê que marca o reencontro da sua formação original, o Barão Vermelho, devido à grande procura por ingressos fará um show extra no Auditório Araújo Vianna, na Avenida Osvaldo Aranha, 685, Parque Farroupilha, Bom Fim. A apresentação ocorrerá na sexta-feira, dia 26 de junho, a partir das 21h. O outro show será no dia seguinte, no mesmo horário.
Com o intuito de resgatar a essência e o legado deixado pela banda, Frejat, Guto Goffi, Maurício Barros e Dé Palmeira – acompanhados por Fernando Magalhães – vão fazer da excursão “Barão Vermelho Encontro” um momento histórico para os fãs. Percorrendo todas as fases do grupo, sucessos como “Pro Dia Nascer Feliz”, “Bete Balanço”, “Maior Abandonado”, “Codinome Beija-Flor”, “Por Você” e “Todo Amor Que Houver Nessa Vida” estão garantidos no repertório.
“O encontro da formação original me traz muitas boas lembranças daquela época de 1982, quando estreamos nacionalmente. Os bons filhos à casa tornam e confesso que o Cazuza não estar entre nós hoje em dia ainda mexe bastante conosco”, comenta Goffi. “Considero esse projeto um presente da vida. Celebrarmos aquele encontro que ocorreu há mais de 40 anos e que nos transformou é uma alegria imensa”, completa Palmeira.
Formado no início da década de 1980, o Barão Vermelho é um dos nomes mais importantes do Rock brasileiro. O grupo, que surgiu no Rio Janeiro e tinha Cazuza como vocalista da sua fase inicial, ganhou projeção ao traduzir o espírito de uma geração em letras poéticas e provocativas.
Ao longo dos anos, a banda ajudou a definir a identidade do rock cantado em português. “Barão Vermelho” (1982), “Barão Vermelho 2” (1983) e “Maior Abandonado” (1984), que carregam alguns dos seus maiores hits até hoje, venderam milhões de cópias e levaram o Barão a se apresentar em todo o Brasil.
Após a saída de Cazuza, o grupo seguiu a sua trajetória com Frejat, mantendo a sua relevância e ampliando o seu repertório com novas composições. No final da década de 1990, a banda atingiu um outro ápice de popularidade, impulsionada por sucessos do tamanho de “Puro Êxtase” e “Por Você”. As faixas tocaram incansavelmente nas rádios FM’s e ainda integraram a trilha sonora de novelas.
Com diversos prêmios e o reconhecimento dos fãs, o Barão Vermelho segue em atividade mesmo após quatro décadas de história. A formação da turnê “Encontro” reúne os músicos considerados da sua formação original: Frejat (vocal/guitarra), Dé Palmeira (baixo), Maurício Barros (teclado) e Guto Goffi (bateria) – acompanhados de Fernando Magalhães (guitarra).
SERVIÇO – BARÃO VERMELHO: SHOW EXTRA
Local: Auditório Araújo Vianna
Endereço: Avenida Osvaldo Aranha, 685, Parque Farroupilha, Bom Fim
Quando: 26 de junho, sexta-feira
Horário: 21h
Abertura da casa: 19h30
Classificação: 16 anos
Realização: 30e
Escute Barão Vermelho – “Melhores Momentos” no Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/album/2jGyiRzQpIUs4ZATSHzUVa

APOCALYPTICA FAZ NOVO SHOW NO OPINIÃO EM SETEMBRO, EM HOMENAGEM AO METALLICA

Foto: Facebook
Os finlandeses do Apocalyptica, que unem Música Sinfônica e Metal, retornam a Porto Alegre para uma apresentação. O show ocorre em 13 de outubro, terça-feira, no Opinião, na Rua José do Patrocínio, 834, às 21h. O grupo finlandês chega com seu álbum mais recente na bagagem: “Plays Metallica, Vol. 2”. O décimo registro da discografia do Apocalyptica é uma nova homenagem ao quarteto mais famoso dos Big Four do Thrash Metal. O registro e o momento celebram um novo ciclo da história do grupo europeu que começou em 1996, quando foi lançado o hoje clássico “Plays Metallica by Four Cellos”.
Formado em 1993 na mundialmente renomada Academia Sibelius, em Helsinque (Finlândia), o Apocalyptica começou como uma simples homenagem ao Metallica, feita por quatro violoncelistas de formação clássica que não tinham ambição maior do que explorar composições de sua banda favorita. Como explica o fundador e líder da banda, Eicca Toppinen, o projeto ganhou vida própria quando finalmente lançaram o álbum “Plays Metallica By Four Cellos”, em 1996.
“Nós simplesmente amávamos o Metallica e queríamos executar as músicas deles com os instrumentos que sabíamos tocar, que por acaso eram violoncelos”, diz Eicca, complementando: “Tocamos em um clube de Metal em Helsinque e, em seguida, nos pediram para fazer um álbum. Pensamos que o cara devia estar brincando. Então, uns cinco meses depois do lançamento, estávamos abrindo shows do Metallica. Até hoje isso parece inacreditável para mim.”
Sem que o Apocalyptica percebesse, tinha embarcado em uma jornada de 10 álbuns recebidos com entusiasmo, mais de seis milhões de discos vendidos e uma agenda incessante de turnês que os fez levarem o conceito de sinfonia com peso ao redor do mundo.
Mais importante ainda: a banda foi além de ser apenas um tributo ao quarteto mais famoso dos Big Four do Thrash Metal, mostrando que também era capaz de compor com talento. O reconhecimento e respeito possibilitou uma série de colaborações com artistas tão diversos quanto Ville Valo (HIM), Bullet For My Valentine, Till Lindemann (Rammstein), Corey Taylor (Slipknot) e o baterista Dave Lombardo (ex-Slayer e Mr. Bungle).
Mas, entre as tantas conquistas do Apocalyptica, existe uma que se destaca para os integrantes. Eles conheceram e tornaram-se amigos dos membros do Metallica. Foi essa relação que os levou não apenas a se apresentar nos shows de 30 anos do quarteto estadunidense, em 2011, mas também a consolidar uma amizade nos bastidores que refletia um poderoso respeito mútuo entre os artistas. E foi após outro aniversário — quando o álbum de estreia “Plays Metallica by Four Cellos” completou 25 anos — que uma nova ideia surgiu. A resposta àquela turnê, somando mais de 200 shows, era impossível de ignorar.
“Tocamos o primeiro álbum inteiro e foi muito mais divertido e emocionante do que esperávamos. Tivemos a ideia de fazer algo como o primeiro álbum, mas não podíamos fazer exatamente da mesma forma — precisávamos nos desafiar e trazer uma perspectiva totalmente nova para a energia e emoção originais do Metallica”, reflete Eicca.
O resultado foi “Plays Metallica, Vol. 2”, trabalho mais atual do Apocalyptica. A paixão colocada no projeto gravado por Eicca Toppinen, Perttu Kivilaakso, Paavo Lötjönen e Mikko Sirén (baterista de longa data, que após a conclusão desse registro deixou amigavelmente o conjunto em momento tão especial) é evidente, tanto no som quanto na imagem. Perttu Kivilaakso concorda, destacando que o álbum — produzido pelo antigo colaborador e mestre de estúdio Joe Barresi (Queens of the Stone Age, Soundgarden, Tool, Nine Inch Nails) — é mais do que apenas outra seleção de sucessos.
“Estamos falando sobre fazer outro álbum do Metallica há cerca de 20 anos, porque ainda havia tantas músicas incríveis que queríamos tocar! Esperamos o momento perfeito para fazer isso. Pensar naquele adolescente que eu fui, e que agora pode tocar suas faixas favoritas, me arrepia”, afirma Perttu.
O décimo álbum do Apocalyptica, explica Eicca, trata-se de uma expressão da dinâmica e da amplitude criativa do Metallica. E vai além das músicas escolhidas. Trata-se também de quem participa do álbum.
“Tornei-me muito amigo dos caras ao longo dos anos, porque nossa jornada começou com eles. Abrimos dois shows para o Metallica, e o Lars ficou tão impressionado que voou para Helsinque antes do resto da banda só para assistir ao nosso show, e no dia seguinte os outros caras estavam lá. Nunca pedimos nada deles, e eles são pessoas incríveis. O Lars é o cara que faz as coisas acontecerem — ele tem uma visão infinita”, observa Eicca.
Contudo, quem acabou contribuindo com o trabalho mais recente do Apocalyptica foram o guitarrista e vocalista James Hetfield (na versão de “One”) e o baixista Robert Trujillo (nas interpretações para “One” e “The Four Horsemen”).
“É a coisa mais incrível! Nós não insistimos — eles ofereceram. O Metallica sempre fez as coisas com paixão, e sempre teve coragem de fazer diferente. Eles não ignoram os fãs, mas também não são servos deles. Existe honra nessa luta e certa honestidade em tudo o que fazem — e isso também é verdade para nós.”
Serviço
Apocalyptica: “Plays Metallica, Vol. 2”
Local: Opinião
Endereço: Rua José do Patrocínio, 834, Cidade Baixa
Quando: Terça-feira, 13 de outubro
Horário: 21h
Abertura da casa: 19h30min
Quanto: de R$ 209,00 a R$ 598,00.
Ingressos: www.sympla.com.br/opiniao
Escute Apocalyptica - "“Plays Metallica, Vol. 2” no Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/album/5HUPKCaOKsbOz6pQR1i5YO

TRIBUTO AC/DC UK ESTARÁ NO OPINIÃO EM SETEMBRO

Foto: Divulgação
Uma das maiores bandas da história do rock vai ganhar uma homenagem em Porto Alegre. Elogiado em toda a Europa, o tributo britânico AC/DC UK subirá ao palco do Opinião, na Rua José do Patrocínio, 834, na Cidade Baixa, no dia 25 de setembro, a partir das 21h.
A banda vai recriar a energia e atmosfera de Angus Young & Cia., executando clássicos como “Highway to Hell”, “Back in Black”, “Thunderstruck”, “You Shook Me All Night Long” e “Hells Bells”.
Com shows realizados mundo afora, a banda vai fazer a sua estreia na América do Sul com um espetáculo inspirado nos melhores momentos do quinteto australiano. Além de reproduzir a sonoridade original com bastante fidelidade, o tributo estará aqui com diversos elementos cênicos que remetem ao universo do AC/DC, como o figurino emblemático do seu guitarrista e os sinos gigantes.
O AC/DC UK, ao longo da sua carreira, ] passou por mais de 20 países e participou do filme “Os Mercenários 4” (2023), estrelado por Sylvester Stallone, Jason Statham e Megan Fox. O tributo também dividiu palco com músicos ligados à história do AC/DC, como Bob Richards, Tony Currenti e Stevie Young.
Um dos diferenciais do grupo é a sua estrutura de palco inspirada nas diferentes turnês do quinteto australiano, reunindo uma cenografia temática e atenção aos detalhes visuais. Mantendo uma agenda intensa no ano inteiro, o grupo segue levando adiante o legado do AC/DC para diferentes gerações.
SERVIÇO – AC/DC UK
Local: Opinião
Endereço: Rua José do Patrocínio, 834, Cidade Baixa
Quando: 25 de setembro, sexta-feira
Horário: 21h
Abertura da casa: 19h30
Classificação: 16 anos
Veja AC/DC UK – “Thunderstruck - Live From Herning Rocker” no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=qhgsVqoqOhc&list=RDqhgsVqoqOhc&start_radio=1

REAÇÃO EM CADEIA CELEBRA SEUS 25 ANOS NO ARAÚJO VIANNA EM 5 DE JUNHO

Foto: Facebook
A banda Reação em Cadeia apresenta em Porto Alegre a turnê comemorativa “25 Vezes Reação”, que celebra duas décadas e meia de uma das trajetórias mais marcantes do rock nacional. O show acontece no Auditório Araújo Vianna, na Avenida Osvaldo Aranha, 685, Parque Farroupilha, Bom Fim, na sexta-feira, dia 5 de junho, a partir das 21h.
O projeto “25 Vezes Reação” revisita as diferentes fases da banda liderada por Jonathan Dörr, reunindo sucessos que atravessaram gerações, momentos emblemáticos da carreira e a conexão intensa que sempre marcou a relação com o público.
A banda teve uma parada em 2016, mas os fãs sempre pediram a volta do Reação em Cadeia. Que aconteceu no palco do maior festival do sul do Brasil: o Planeta Atlântida, em 2023.
É impossível dissociar Reação em Cadeia e Jonathan Dörr – e, caso você se pergunte, esse é o sobrenome por parte da família materna e consta na certidão de nascimento de Jonathan Correa Goemann Dörr, herdado do avô, que era músico e o introduziu a esse mundo cedo, em casa.
“Sempre foi minha vontade usar o nome do meu avô, mas na primeira fase da Reação acabei assinando e ficando conhecido com o primeiro sobrenome, mais ‘brasileiro’”, conta.
Foi durante a pausa da Reação, enquanto se dedicava à trajetória na banda Ego Kill Talent, com grande expressão internacional, que o cantor e compositor adotou o sobrenome, em homenagem ao avô. Contudo, “Dörr” não é a única bagagem do período com a EKT que Jonathan trouxe para o retorno da Reação.
As experiências que viveu ao dividir palcos pelo mundo com músicos renomados e bandas do calibre de Metallica, Pearl Jam e System Of A Down, ou até ao conviver de forma mais próxima, como o Foo Fighters em turnês e gravações, além dos shows em festivais como o Rock in Rio (edições no Brasil e em Portugal), Lollapalooza Brasil e Lollapalooza Chile, Rock am Ring e Rock im Park (Alemanha), Hellfest (França) e Download Festival (França e Espanha), foram vivências que ampliaram a visão do artista sobre a música não apenas de cima do palco, mas também em termos de planejamento e estrutura de um show e de uma turnê. “Finquei bandeiras pelo mundo, conheci ídolos, realizei sonhos. E agora chegou o momento para focar na Reação e colocar ela no lugar que ela pertence”, disse Jonathan.
Essa bagagem se soma a uma nova postura, de assumir a banda como seu projeto de vida. “Eu sempre fui um cara que teve o sonho de ter uma banda, fazer parte, mas na Reação é mais do que isso. E essa volta é um manifesto meu, essa é a minha vida”, acrescenta.
Se, por um lado, o hiato foi importante por essas novas experiências, por outro também reconectou Jonathan Dörr à Reação Em Cadeia: “Me fez ver o quanto eu amo esse projeto, que é o projeto da minha vida”. Além disso, a distância fortaleceu também os laços com os fãs da banda, que sempre foram fiéis e apaixonados, e até lhe surpreendeu o fato de que novos fãs surgiram, mesmo que a Reação não estivesse em atividade.
“Diversas vezes eu via, ou alguém me mandava, postagens e comentários de pessoas falando algo do tipo ‘olha essa banda que eu descobri!’, ou que as músicas estavam ajudando a superar momentos difíceis... Isso não tem preço, é uma conexão que não tem explicação”, reflete.
SERVIÇO
Local: Auditório Araújo Vianna
Endereço: Avenida Osvaldo Aranha, 685, Parque Farroupilha, Bom Fim
Quando: 5 de junho de 2026, sexta-feira
Horário: 21h
Ingressos: Sympla - https://www.sympla.com.br/
Realização: RRany Produtora
Veja Reação em Cadeia – “Me Odeie” no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=wh052vmD57k&list=RDwh052vmD57k&start_radio=1

ANDREAS KISSER PARTICIPA DE NOVO SINGLE DO EMINENCE

Foto: Eminence e Andreas Kisser /Felipe Cavalieri)
A banda Eminence acaba de lançar o single "Silent March". A música abre os trabalhos do álbum que será lançado ainda este ano e conta com Andreas Kisser em uma de suas últimas colaborações antes da despedida do Sepultura. Ele compôs um solo original para "Silent March" e também participou do clipe.
Sobre a composição, Andreas disse: “A inspiração de cada solo vem naturalmente com a própria música, com a parte rítmica, a harmonia, onde eu posso me sentir mais à vontade, e elementos que eu sempre uso, velocidade, oitavas, alavanca, algumas coisas mais dissonantes também. Eu tenho esses artifícios e dependendo do que a música pede, eu faço alguns testes, passeio por alguns lugares, até montar um solo que possa ajudar de alguma forma a música de uma maneira geral. Estou muito feliz de fazer parte desse novo lançamento do Eminence. Além de ser fã do trabalho, somos amigos, a gente admira o trabalho um do outro. Me sinto honrado e vejo que o metal nacional está mais forte do que nunca”.
“Silent March” também dá nome ao próximo álbum do Eminence que deve ser lançado ainda este ano. O trabalho sucede “Dark Echoes” (2021).
“Silent March” é um retrato da fé corrompida, da obediência cega e da violência transformada em sistema. O single não fala sobre esperança mas sobre o que acontece quando ela é vendida, distorcida e convertida em instrumento de controle.
A faixa “Silent March” foi gravada no tradicional AntFarm Studios, na Dinamarca, e produzida em parceria com Tue Madsen, conhecido por trabalhos com Heaven Shall Burn, Meshuggah e Behemoth.
Além da participação de Andreas Kisser, “Silent March” conta com Charles Moreira (Pense, Colid) na bateria. O artista Rafael Moco é o responsável pelo conceito artístico da capa.
Eminence, aos 30 anos de estrada, e Sepultura na quarta década de história compartilham o mesmo berço mineiro e representam duas gerações conectadas pela icônica escola do Metal surgida em Belo Horizonte. Ambas bandas se encontraram neste momento histórico de despedida do Sepultura.
O Eminence, liderado pelo guitarrista Alan Wallace, foi convidado para integrar algumas datas da turnê final do Sepultura, “Celebrating Life Through Death", incluindo apresentações em Minas Gerais.
O último show da carreira do Sepultura vai acontecer em São Paulo, no Estádio do Pacaembu, no dia 7 de novembro.
Veja o videoclipe: https://www.youtube.com/watch?v=vy_uNvGff3o
Escute o single: https://linktr.ee/eminenceband

NEI VAN SORIA SE APRESENTA NESTE SÁBADO NO TEATRO DE CÂMARA TÚLIO PIVA

Foto: Divulgação Nei Van Soria vai retornar ao Teatro de Câmara Túlio Piva, na Rua da República, 575, Cidade Baixa, neste próximo sábado, d...