segunda-feira, 30 de março de 2026

Distraught divulga making of em duas partes sobre as gravações de bateria do EP “inVolution”

Foto: Cristiano Seifert
A veterana banda gaúcha de Thrash Metal Distraught apresenta um conteúdo especial sobre os bastidores de seu mais recente trabalho, o EP “inVolution”. O baterista Thiago Caurio disponibilizou um making of em duas partes, revelando detalhes do processo de gravação de bateria e percussões, além de curiosidades sobre a construção do disco.
O material oferece uma imersão no processo criativo da banda, evidenciando a diversidade de influências e o cuidado na produção de um lançamento que reforça a relevância da Distraught no cenário do metal nacional. Gravados no Black Stork Studio, em Porto Alegre, os vídeos mostram desde a captação das quatro faixas principais até a construção de camadas adicionais de percussão, além de momentos espontâneos que acabaram se transformando em elementos fundamentais do EP.
De acordo com Thiago Caurio, o material reflete não apenas a execução técnica, mas também a diversidade de influências que contribuíram para o resultado final: “Sempre toquei vários estilos diferentes. Já acompanhei muitos artistas, tive uma banda de Prog Metal na adolescência e hoje também tenho uma banda instrumental. Ao longo do tempo, fui ouvindo, produzindo e tocando muita coisa — gosto muito de música brasileira, percussão e fusion…”
O músico também destacou o caráter coletivo da criação do EP: “Trouxe um pouco dessa vivência para o InVolution, mas sempre respeitando a essência do Thrash Metal da banda, algo que também faz parte da minha trajetória.”
Outro ponto curioso revelado no making of é o surgimento da faixa “Aether”, originada a partir de um improviso durante as gravações: “Compusemos praticamente tudo juntos, em várias sessões no estúdio. A princípio, iríamos lançar apenas o single ‘Bloody Mines’, mas o resultado ficou tão legal que resolvemos gravar um EP. Trabalhei na pré-produção, acompanhei algumas sessões de guitarra com Renato Osorio e a etapa final da mixagem com o Benhur, em Caxias do Sul. Fiquei muito feliz com o resultado final.”
Lançado em 13 de julho de 2025, “inVolution” tem cinco faixas — “Bloody Mines”, “Extermination Of Mother Nature”, “Aether”, “Truth Denied” e “Setfire” —, o trabalho apresenta um conceito sólido em que cada música representa um dos elementos da natureza (Terra, Água, Ar, Fogo e Éter).
O EP funciona como um manifesto contra a degradação ambiental e a regressão moral da humanidade. Com sonoridade agressiva e letras diretas, a banda aborda temas como ganância, negacionismo e colapso social.
“Vivemos um processo de involução. A humanidade está retrocedendo em consciência, valores e respeito pela própria natureza”, afirmou o vocalista André Meyer.
Gravado em Porto Alegre, o EP teve guitarras, baixo e vocais registrados por Renato Osorio no Dry House Studio. A mixagem ficou a cargo de Benhur Lima. A arte da capa é assinada por Marcelo Vasco, conhecido por trabalhos com Slayer, Kreator e Machine Head.
A formação da Distraught conta com André Meyer (vocal), Ricardo Silveira (guitarra), Everton Acosta (guitarra), Alan Holz (baixo) e Thiago Caurio (bateria).
Veja o making of:
Parte 1: https://www.youtube.com/watch?v=4E-dPYNhXro
Parte 2: https://www.youtube.com/watch?v=tdB0ofXsSPY
“inVolution” está disponível em todas plataformas digitais: https://show.co/i4QffjU
Veja o videoclipe de “Extermination Of Mother Nature”:https://www.youtube.com/watch?v=eUP6KU_JYpo

Ney Matogrosso tem sessão dupla de seu show “Bloco na Rua” no Auditório Araújo Vianna, nos dias 8 e 11 de abril

Fotos: Instagram
Não bastou apenas um dia para o interminável Ney Matogrosso. O cantor brasiliense, do alto de seus 83 anos, teve esgotados os ingressos para o seu show “Bloco na Rua”, marcado para o dia 11 de abril, no Auditório Araújo Vianna, na Avenida Avenida Osvaldo Aranha, 685, Parque Farroupilha, Bom Fim. Assim, foi aberta uma segunda data, que será no dia 8 de abril, quarta-feira, no mesmo local, a partir das 21h.
Foram pouco mais de 5 anos ininterruptos à frente da turnê “Atento Aos Sinais”, projeto que passou pelos mais diferentes palcos e arrebatou plateias no Brasil e no exterior. Uma temporada longa até para os padrões de Ney Matogrosso que, como de costume nos últimos anos, testou e amadureceu o repertório antes de lançar CDs e DVD de “Atento Aos Sinais”.
Aos 83 anos, Ney não para. Mais uma vez, o novo projeto começará nos palcos para só depois ganhar outros formatos. O repertório foi selecionado enquanto Ney excursionava com o show anterior e o seu critério não foi o ineditismo: “Não é um show de sucessos meus, mas quis abrir mais para o meu repertório. Dessa vez eu misturei coisas que já gravei com repertório de outras pessoas”, disse Ney.
O set list revela a diversidade do repertório: “Eu quero é botar meu bloco na rua” (Sergio Sampaio), de onde saiu o título da turnê, “A Maçã” (Raul Seixas), “Álcool (Bolero Filosófico)”, da trilha original do filme “Tatuagem” (DJ Dolores) ,“O Beco”, gravada por Ney nos final dos anos 80 (Herbert Vianna/Bi Ribeiro) e “Mulher Barriguda”, do primeiro álbum dos Secos e Molhados, de 1973 (Solano Trindade/João Ricardo), são algumas das músicas escolhidas por Ney.
Duas canções foram pinçadas do compacto duplo Ney Matogrosso e Fagner, lançado em 1975: “Postal do Amor”(Fagner/Fausto Nilo/Ricardo Bezerra) e “Ponta do Lápis” (Clodô/Rodger Rogerio). Outros dois clássicos que Ney nunca havia cantado, “Como 2 e 2” (Caetano Veloso) e “Feira Moderna”( Beto Guedes/Lô Borges/Fernando Brant), também estão no roteiro.
O figurino, sempre aguardado com expectativa em se tratando de um show de Ney Matogrosso, foi criado sob medida pelo estilista Lino Villaventura. Luiz Stein assina o cenário, composto por projeções, e Juarez Farinon a luz do espetáculo, com supervisão de Ney.
A banda é a mesma que o acompanhou nos últimos 5 anos, com Sacha Amback (direção musical e teclado), Marcos Suzano e Felipe Roseno (percussão), Dunga (baixo), Mauricio Negão (guitarra), Aquiles Moraes(trompete) e Everson Moraes (trombone).
Os ingressos estão disponíveis em uhuu.com e na bilheteria do Teatro do Bourbon Country.
Serviço:
Ney Matogrosso – “Bloco na Rua”
Local: Auditório Aráujo Vianna
Endereço do Local: Avenida Osvaldo Aranha, 685, Parque Farroupilha
Data: 08 de abril, quarta-feira
Horário: 21h
Abertura dos portões: 19h30
Veja Ney Matogrosso – “Tupi Fusão (DVD Atento aos Sinais)” No YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=5RcOwNBfbp8&list=RD5RcOwNBfbp8&start_radio=1

Sweet Home Porto Alegre: Lynyrd Skynyrd se apresenta no dia 7 de abril no Araújo Vianna

Foto: Lynyrd Skynyrd / Terry Wyatt / WireImage via Getty Images
Uma das bandas mais influentes do Southern Rock, o Lynyrd Skynyrd vai tocar em Porto Alegre. O show acontece no dia 7 de abril, terça-feira, no Auditório Araújo Vianna, na Osvaldo Aranha, 685, Parque Farroupilha, Bom Fim. A apresentação se iniciará às 21h.
O Lynyrd Skynyrd, existiu inicialmente entre 1964 e 1977, quando um acidente de avião tirou a vida de três integrantes, entre eles um dos fundadores do grupo, Ronnie Van Zant. Uma década depois, a banda retornou com o vocalista Johnny Van Zant, na vaga de seu irmão Ronnie. Nos últimos anos, o grupo chegou a anunciar uma turnê de despedida, mas voltou atrás. Sua visita mais recente ao Brasil ocorreu em 2023.
O Lynyrd Skynyrd é dona de clássicos como “Sweet Home Alabama”, “Free Bird” e “Simple Man”.
O Lynyrd Skynyrd, atualmente, é formado por Johnny Van Zant, Rickey Medlocke, Michael Cartellone, Mark Matejka, Peter Keys e Keith Christopher.
Além de Porto Alegre, Sweet Home Porto Alegre, a banda vai se apresentar no Brasil também em Curitiba (01/04), São Paulo (04/04, Monsters of Rock) e Rio de Janeiro (05/04).
Serviço:
Lynyrd Skynyrd
Local: Auditório Aráujo Vianna
Endereço do Local: Avenida Osvaldo Aranha, 685, Parque Farroupilha
Data: 07 de abril, terça-feira
Horário: 21h
Abertura dos portões: 19h30
Veja Lynyrd Skynyrd – “Sweet Home Alabama - Live At The Florida Theatre em 2015” no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=x0njSOZ5M3w&list=RDx0njSOZ5M3w&start_radio=1

EXTREME APRESENTA SEU HARD ROCK EM 6 DE ABRIL NO AUDITÓRIO ARAÚJO VIANNA

Foto: Per Ole Hagen / Redferns via Getty
O grupo norte-americano Extreme, liderado pelo vocalista Gary Cherone e o guitarrista Nuno Bettencourt, se apresenta no Auditório Araújo Vianna, na próxima segunda-feira, dia 6 de abril. A banda, que já passou pelo Brasil em festivais como Rock in Rio e Maximus, está agora em turnê de divulgação de seu sexto álbum de estúdio, “Everest”, lançado em agosto de 2025.
No coração dos fãs, está na memória a balada que virou hit nos anos 1990, “More Than Words”, cujo videoclipe tocava sem cessar na hoje finada MTV.
Antes de chegar a Porto Alegre, o Extreme participa do Festival Monsters of Rock 2026, no dia 4 de abril de 2026, no Estádio Allianz Parque, em São Paulo.
A formação atual reúne Gary Cherone (vocal), Nuno Bettencourt (guitarra), Pat Badger (baixo) e Kevin Figueiredo (bateria) — músicos reconhecidos pela intensidade e precisão de suas performances.
O público pode esperar um repertório que atravessa diferentes fases da banda, com sucessos que marcaram época como “More Than Words”, “Hole Hearted” e “Get the Funk Out”, além de músicas do novo álbum, “Everest”. Considerado um dos guitarristas mais respeitados do rock, Nuno Bettencourt é um dos grandes destaques do espetáculo. Seus solos explosivos e sua técnica impressionante transformam cada apresentação do Extreme em uma experiência memorável.
A produção do evento é da Like Entretenimento, produtora sediada em Curitiba e responsável por grandes espetáculos e turnês internacionais na região Sul do país.
A turnê é assinada pela Mercury Concerts, empresa que há mais de 30 anos atua na realização de grandes shows internacionais no Brasil, com histórico que inclui festivais como Monsters of Rock e turnês de artistas como AC/DC, Bon Jovi, Guns N’ Roses e KISS.
Serviço
Extreme — Porto Alegre
Local: Auditório Araújo Vianna
Endereço: Osvaldo Aranha, 685, Parque Farroupilha, Bom Fim
Quando: 6 de abril de 2026, segunda-feira
Abertura dos portões: 19h
Início do show: 21h
Veja “More Than Words” no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=UrIiLvg58SY&list=RDUrIiLvg58SY&start_radio=1

quarta-feira, 25 de março de 2026

Celebrando 25 anos do álbum “Mythology”, Eloy Fritsch lança vídeo de “Curupira”

Foto: Lauren Veronese
Para lembrar que o álbum “Mythology” (2001) está completando 25 anos de seu lançamento, o compositor Eloy Fritsch disponibilizou mais um vídeo de uma performance com seu trio, interpretando dessa vez a música “Curupira”.
“Mythology” foi um dos álbuns que ajudou a definir o estilo Symphonic Electronic de Eloy Fritsch, fundindo a grandiosidade do Rock Sinfônico com as possibilidades infinitas da síntese sonora. Ao criar faixas como “Curupira” ao lado de temas sobre a Atlântida ou deuses egípcios, o músico gaúcho coloca o folclore brasileiro ao patamar das grandes mitologias universais dentro do gênero Progressivo.
Em vários de seus álbuns, Fritsch demonstra um fascínio e preocupação com a preservação da natureza. A música “Curupira” alerta que a natureza revida e se defende de quem a agride. O Curupira é o lendário guardião das florestas brasileiras, caracterizado por sua baixa estatura, cabelos cor de fogo e, principalmente, pelos pés voltados para trás, uma estratégia astuta usada para criar pegadas falsas e desorientar invasores. Como uma entidade justiceira da natureza, ele utiliza assobios agudos e ilusões sonoras para punir caçadores predatórios e aqueles que destroem a mata sem necessidade, personificando o equilíbrio ecológico e a força indomável da fauna e flora.
Nessa música, Fritsch consegue transitar entre diferentes climas incluindo um som mais sombrio da proteção da floresta até melodias mais vibrantes, quase lúdicas, representando a personalidade travessa do personagem folclórico. Fritsch comenta sobre sua intenção composicional: “As melodias tocadas no sintetizador funcionam como a "voz" da criatura, com frases musicais que alternam entre o lúdico e o imponente.
A música possui uma base rítmica pulsante e ágil tocada por Filipe Fritsch na bateria e Ricardo Fritsch no baixo. Como o Curupira é conhecido por correr em altíssima velocidade, a percussão simula esse movimento constante. A estrutura rítmica por vezes parece "tropeçar" ou mudar de direção subitamente, uma metáfora sonora para os pés invertidos que enganam quem tenta seguir a trilha.
Nessa obra, Eloy procura “desfolclorizar” o Curupira do óbvio. Fritsch comenta: “Em vez de usar instrumentos acústicos e regionais eu usei sintetizadores e sua sonoridade épica para representar a força da natureza, tão poderosa que ultrapassa o tempo, sendo relevante tanto na mata virgem quanto em uma era de exploração espacial”.
Veja o vídeo no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=J_YSpf7greY

terça-feira, 24 de março de 2026

Acústico Bandas Gaúchas no Auditório Araújo Vianna nesta sexta-feira, dia 27

Foto: Wander Wildner / Fernanda Chemale
O show que comemora os 20 anos do icônico “Acústico MTV Bandas Gaúchas” ganha uma nova edição, mais uma vez no Auditório Araújo Vianna, nesta sexta-feira, dia 27 de março, a partir das 20h.
O espetáculo reúne Carlinhos Carneiro e Rodrigo Pilla, Cachorro Grande, Ultramen e Wander Wildner. Com destaque para a sua produção sofisticada, o “Acústico MTV Bandas Gaúchas” venceu o Prêmio Açorianos de Música em 2005, na categoria “melhor DVD”.
No repertório do show apresentação, serão tocados diversos hits do Rock Gaúcho, como “Microondas”, “Dia Perfeito”, “Dívida” e “No Ritmo da Vida”.
Os músicos:
Carlinhos Carneiro e Rodrigo Pilla
Depois de comemorar 25 anos de carreira, Carlinhos Carneiro segue numa turnê que homenageia a banda que foi sua companhia entre 1998 e 2016. O cantor se tornou conhecido à frente do Bidê ou Balde.
Com cinco álbuns, dois EP’s e uma participação no projeto “Acústico MTV Bandas Gaúchas” (2005), o vocalista recria – ao lado do guitarrista e ex-parceiro Rodrigo Pilla – clássicos como “Melissa”, “Bromélias”, “Microondas” e “Mesmo que Mude”. Maurício Chaise (guitarra), Lucas Juswiak (baixo), Fu_k The Zeitgeist (teclado) e Gui Schwertner (bateria) são os outros músicos que acompanham a dupla.
Cachorro Grande
O Cachorro Grande iniciou as suas atividades há mais de duas décadas. A sua discografia contabiliza dez álbuns e um DVD ao vivo. A repercussão de “Pista Livre” (2005) e de “Todos os Tempos” (2007) possibilitou que o grupo tocasse ao lado de referências consagradas do estilo, como Oasis e Rolling Stones.
O Cachorro Grande anunciou o encerramento das suas atividades em 2018. De lá para cá, a banda tem realizado diversos shows de reencontro. A atual formação conta com Beto Bruno (vocal), Marcelo Gross (guitarra), Pedro Pelotas (teclado) e Gabriel Azambuja (bateria).
Ultramen
Formada em 1991, o Ultramen é conhecido pela sua mistura inusitada de Black Music, Samba Rock, Reggae e rap. O primeiro álbum da banda, lançado pelo selo independente Rock It! (do guitarrista do Legião Urbana Dado Villa-Lobos), ficou marcado pela sua sonoridade vibrante e pelo hit “Bico de Luz”, executado em rádios de todo o Brasil.
O seu single mais recente se chama “Na Crista da Onda” e chegou ao streaming no último mês de abril.
Wander Wildner
Wander Wildner, é uma das figuras mais emblemáticas da música do Rio Grande do Sul. À frente d’Os Replicantes ou com a sua carreira solo, ele gravou diversos hits do Rock Nacional, como “Astronauta”, “Surfista Calhorda”, “Bebendo Vinho” e “Eu Tenho uma Camiseta Escrito Eu te Amo”. “Diversões Iluminadas”, lançado em abril de 2025, é o seu trabalho de estúdio mais recente.
Wildner costuma estar acompanhado em cima do palco pelos músicos Rust Machado (guitarra), Gabriel Guedes (guitarra) Clauber Scholles (baixo) e Rika Barcellos (bateria).
Serviço – Acústico Bandas Gaúchas
Local: Auditório Araújo Vianna
Endereço: Avenida Osvaldo Aranha, 685, Parque Farroupilha, Bom Fim
Quando: 27 de março, sexta-feira
Horário: 20h
Abertura da casa: 18h30
Classificação: 16 anos
Escute “Acústico Bandas Gaúchas” no Spotify: https://open.spotify.com/playlist/7FVDkf9EK2W26Qh9heYtD9

Ritualist lança o álbum “Awakening Protocol”

Foto: Cogumelo em Cena
A banda gaúcha Ritualist lançou seu novo álbum de estúdio, “Awakening Protocol”. Marcado por uma sonoridade que funde o Heavy Metal tradicional a elementos modernos e extremos, o disco é o resultado direto da obstinação de seus fundadores frente aos desafios estruturais da música independente. O disco está disponibilizado em todas as plataformas digitais.
Ancorado pelo single "Silicon Heart", cujo lyric video foi lançado em janeiro, “Awakening Protocol” estabelece uma temática distópica sobre o conflito entre a natureza humana e o avanço tecnológico descontrolado. As letras expõem a perda de liberdade e a artificialidade das emoções contemporâneas, alertando para um progresso que escraviza.
Musicalmente, a banda tem como base o Metal Clássico e o Thrash Metal, além de passagens mais rápidas calcadas no Death Metal. As linhas de guitarra remetem a nomes como Megadeth, enquanto a estrutura épica flerta com a escola do Iron Maiden. O vocal de Ricardo Janke alterna melodias limpas com vocais agressivos — elementos que situam o trabalho no Metal Contemporâneo.
“Awakening Protocol” representa a resiliência do Ritualist. Desde os primeiros ensaios na Região Metropolitana de Porto Alegre em 2012, o projeto enfrentou hiatos e repetidas debandadas de integrantes. A recusa em "aceitar apenas o mínimo" fez com que o núcleo criativo assumisse o controle total. “Awakening Protocol” foi inteiramente conduzido, produzido e gravado pelo guitarrista Rogério Reis e pelo vocalista Ricardo Janke, garantindo que a identidade da banda fosse preservada.
Em “Awakening Protocol” a dupla buscou a parceria de músicos para enriquecer o trabalho. O disco conta com participações especiais de Cristiano Poschi (Phornax), que divide os vocais em "Simulacra", enquanto Rod Marenna e Renato Osorio somam forças em "Your Mask". O trabalho conta ainda com as colaborações de Jonathan Motta, Gian ‘Ciclop’ Baccin e Jose Florêncio. O álbum também presta tributo às suas raízes com uma versão de "Caught Somewhere in Time", cover do Iron Maiden.
No dia 17 de abril, o Ritualist fará o show de lançamento do álbum em Porto Alegre, em abertura para o Hangar no Espaço Marin.
Track list:
1 - Proxy
2 - Evilution
3 - Silicon Heart
4 - Mass_Production
5 - Far from Home
6 - Simulacra (com Cristiano Poschi)
7 - Protocol Nº24
8 - Your Mask (com Marenna e Renato Osorio)
9 - Caught Somewhere in Time (Live in Studio) – Cover (Iron Maiden)
10 - Far from Home (Piano Version)
Escute o álbum: https://open.spotify.com/intl-pt/album/7EfSnq9xoi0eKkOuCbOM9e
Veja o videoclipe de “Silicon Heart”: https://www.youtube.com/watch?v=MreWmZBlEDE

Distraught divulga making of em duas partes sobre as gravações de bateria do EP “inVolution”

Foto: Cristiano Seifert A veterana banda gaúcha de Thrash Metal Distraught apresenta um conteúdo especial sobre os bastidores de seu mais r...