terça-feira, 4 de agosto de 2026

ROUPA NOVA TOCA DOIS DIAS SEGUIDOS NO ARAÚJO VIANNA

Foto: Facebook
O Roupa Nova estará no Auditório Araújo Vianna, nos dias 8 e 9 de agosto, sábado e domingo próximos, para dois shows da tour “Simplesmente Roupa Nova”.
Com mais de 20 milhões de discos vendidos e frequentemente elogiado pelas suas performances ao vivo, Cleberson Horsth, Ricardo Feghali, Kiko, Nando, Serginho Herval e agora Fábio Nestares, que assumiu os vocais após a partida de Paulinho (1951-2020), vão subir ao palco a partir das 21h no sábado, e às 20h, no domingo.
As melodias Pop e as letras românticas, também presentes em canções transformadas em trilha sonora de quase 40 novelas, serão um destaque à parte da apresentação. Destaques para clássicos como “Whisky a Go-Go”, “Dona”, “Volta pra Mim”, “Anjo”, “A Viagem”, “Linda Demais” e “Coração Pirata”.
SERVIÇO – ROUPA NOVA: SHOW EXTRA
Local: Auditório Araújo Vianna
Endereço: Avenida Osvaldo Aranha, 685, Parque Farroupilha, Bom Fim
Quando: 8 e 9 de agosto, sábado e domingo, às 21h e 20h, respectivamente
Abertura da casa: 19h30 e 18h30
Classificação: 16 anos
Escute "Mega Hits" (2023) no Spotify:https://open.spotify.com/intl-pt/album/7elOHGnq5UaUShJO3B1ctx

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

PEDRO CAVALETTI LANÇA O ÁLBUM "CELESTIAL"

Foto: Facebook
O cantor e compositor Pedro Cavaletti lança "Celestial", seu primeiro álbum. Aos 20 anos, o gaúcho surge em meio a uma nova geração de artistas que vêm mudando a cara da cena independente nacional.
Nas nove faixas, ele confronta um mundo hostil, feito de medo, hipocrisia e relações tóxicas, até vislumbrar um recomeço na direção da luz. Santos, serafins e outros elementos religiosos compõem a iconografia do trabalho, cujo título sintetiza o conceito da obra: para Pedro, ser celestial é preservar o que nos resta de pureza em meio ao caos.
Produzido pela americana McKenna Alicia em parceria com Cavaletti, "Celestial" foi gravado em Los Angeles e apresenta um Dark Pop experimental e predominantemente eletrônico. Os arranjos combinam programações com guitarra, bateria e samples de instrumentos pouco usuais para o gênero, como os de violino em “Thespis”. A faixa de abertura é uma declaração de compromisso com a vida artística.
Em seguida, “Ímpia Percepção”, com influências da Disco Music, traz uma letra que questiona a existência de lugares imunes à maldade. Na enigmática “Santo Rockero”, Pedro afirma que ninguém virá salvá-lo e que cada um precisa ser seu próprio santo. “Cicatriz na Cara” aceita as marcas que o tempo deixa e as toma como fonte de força e resiliência. “Parasitas de Almas”, a última dança dessa primeira parte mais sombria, aborda laços destrutivos e deixa no ar uma pergunta: ainda há tempo de resgatar a alma?
“Ressurreição” marca a passagem para melodias mais delicadas. Seu refrão clama por uma nova chance. Em “Medos & Segredos”, primeira composição escrita para Celestial, a ansiedade é tratada como uma companhia indesejada, que está sempre à espreita. Em “Santa Rita de Cássia”, uma canção sobre o luto, Pedro se lembra da pessoa que o criou e lhe ensinou o verdadeiro sentido do amor. Por fim, a faixa-título encerra o álbum com o verso emblemático “Você não precisa ser canonizado para ser celestial”.
Tendo a teatralidade como um dos traços mais marcantes de seu trabalho, Pedro Cavaletti desenvolveu a habilidade de transformar suas músicas em imagens. Ainda durante a composição de "Celestial", concebeu uma peça audiovisual para cada faixa. Formado em atuação e cinema pela NYFA, em Los Angeles, dirigiu e editou os nove clipes. Alguns já foram lançados; outros ainda virão. Sem seguir a ordem do repertório, eles contam uma história de forma não linear e revelam pouco a pouco o imaginário do disco.
A nova peça desse quebra-cabeça é o vídeo de “Ímpia Percepção”, lançado junto com o álbum. Filmado em uma floresta na região de Erechim, no Rio Grande do Sul, o clipe traz o cantor correndo vendado e tentando se libertar das ataduras. No desfecho, ao perceber que fugir não basta, Pedro retira a venda branca e coloca um véu preto. É nesse momento que finalmente se mostra pronto para seguir em frente.
"Celestial" está disponível nas principais plataformas de streaming.
Tracklist
1 – Thespis
2 – Ímpia Percepção
3 – Santo Rockero
4 – Cicatriz na Cara
5 – Parasitas de Almas
6 – Ressurreição
7 – Medos & Segredos
8 – Santa Rita de Cássia
9 – Celestial
Todas as músicas compostas por Pedro Cavaletti
Ficha técnica
Produção: McKenna Alicia e Pedro Cavaletti
Voz: Pedro Cavaletti
Programações e samples: Pedro Cavaletti e McKenna Alicia
Guitarra e bateria: Chase Jackson
Gravado no McKenna Alicia Studio, em Los Angeles, EUA
Mixagem e masterização: McKenna Alicia
Capa: Pedro Cavaletti
Escute "Celestial" no Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/album/4JwrhbkIpty6dg7rdyroQZ
Veja Pedro Cavaletti - "Ímpia Percepção" no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=jJy_zW2ueMM&list=RDjJy_zW2ueMM&start_radio=1

quinta-feira, 30 de julho de 2026

LORY F. BAND SE REÚNE PARA SHOW EM COMEMORAÇÃO AOS 30 ANOS DO ÁLBUM HOMÔNIMO

Fotos: Divulgação
A Lory F. Band, banda que acompanhou a pioneira Lory Finocchiaro - pioneira do Rock no sul no país -, faz um show de reunião para celebrar os 30 anos de seu único e homônimo álbum.
O evento ocorre na data do aniversário de Lory, 24 de setembro, quinta-feira, a partir das 20h30, no GREZZ (Rua Almirante Barroso, 328). Antes da apresentação, o público terá a oportunidade de conferir o documentário “Sinal de Alerta” (dirigido por Fred Restori e Natália Pimentel). A peça audiovisual mostra a curta e intensa carreira de Lory, bem como toda sua luta contra o vírus HIV, a cena machista dentro do Rock e os vícios.
A reunião do grupo em 2026 envolve artistas consagrados, incluindo integrantes de conjuntos como Bixo da Seda, Garotos da Rua, Defalla, Papas da Língua, Cidadão Quem e Pata de Elefante. King Jim (voz/sax), Edinho Espíndola (bateria) e Marcelo Fornazier (guitarra) formam a banda base, relembrando a espinha dorsal do grupo original que acompanhou Lory. Há, ainda, participações especiais: Cau Netto (teclado) e Chico Ferretti (voz/teclado) - que participaram do disco -, Zé Natálio (baixo) e Gabriel Guedes (guitarra). Quem dá voz às letras de Lory é a própria família Finocchiaro, que divide o microfone entre Ricardo (filho), Laura e Deborah (irmãs).
Serviço:
Lory F. Band – 30 anos do lançamento de seu disco homônimo
Local: Grezz
Endereço: Rua Almirante Barroso, 328, Bairro Floresta
Quando: Quinta, 24 de setembro de 2026
Horários:
19h30min — abertura da casa
20h30min - exibição do documentário “Sinal de Alerta”
21h — Lory F. Band
Classificação etária:
16 anos – acompanhado dos pais
Ingressos: de R$ 40,00 a R$ 60,00
Informações: www.abstratti.com e (51)98974-6701

NAZARETH CELEBROU 55 ANOS DE CARREIRA NO PALCO DO OPINIÃO

Texto e fotos: Luciana Espíndola
No domingo, dia 26 de julho, o Bar Opinião recebeu o Nazareth para uma noite de celebração: os 55 anos de carreira da banda escocesa, marcados pela passagem da “Latin America Hits Tour 2026”. Casa lotada, público de todas as idades e, curiosamente, até um bebê no colo entre os fãs – acompanhando em êxtase os clássicos que atravessaram gerações e emprestaram trilha sonora a incontáveis produções de cinema e TV.
O setlist reuniu praticamente meio século de repertório: "Telegram", "Miss Misery", "Razamanaz", "Shanghai'd In Shanghai", "Madness", "Dream On", "Holiday", "This Flight Tonight", "Light Comes Down", "Whiskey", "Beggars Day", "Changin' Times", "Hair Of The Dog", "Love Hurts", "Turn On Your Receiver", "Where Are You Now" e "Go Down Fighting".
A formação atual
À frente do baixo está Pete Agnew, aos 79 anos o único remanescente da formação original. No vocal, uma novidade recente: o italiano Gianni Pontillo, ex-integrante da banda alemã Victory, que assumiu o posto em dezembro de 2025 no lugar de Carl Sentance. Na bateria, desde 1999, está Lee Agnew, filho de Pete. Na guitarra, desde 1994, Jimmy Murrison completa a banda.
Onde tudo começou
O quarteto clássico que fundou a banda em 1968 era formado por Dan McCafferty no vocal (falecido em novembro de 2022), Manny Charlton na guitarra (falecido em julho de 2022), Pete Agnew no baixo e Darrell Sweet na bateria (falecido em abril de 1999). De uma formação original de quatro, restou apenas Agnew — e é sob sua liderança que a banda segue viva, agora com sangue novo no vocal.
Três curiosidades para quem só conhece "Love Hurts"
O nome não é bíblico – é musical. Formada em 1968 na cidade escocesa de Dunfermline, a banda vinha de anos tocando covers antes de adotar identidade própria. O batismo "Nazareth" não veio direto das escrituras: foi emprestado de um verso da canção "The Weight", da banda canadense The Band: “I pulled in to Nazareth, was feeling 'bout half past dead […]”.
A balada mais famosa da banda nasceu em outro estúdio. "Love Hurts" – hoje indissociável do Nazareth – é uma composição do americano Boudleaux Bryant, gravada anos antes pela dupla Everly Brothers. A versão do Nazareth, mais lenta e dramática, acabou eclipsando o original e virou um dos covers mais reverenciados do Rock.
O pontapé veio de um baixista do Deep Purple. Os dois primeiros discos, "Nazareth" (1971) e "Exercises" (1972), passaram quase despercebidos. A virada aconteceu quando Roger Glover, baixista do Deep Purple, assumiu a produção da banda – o resultado foram álbuns como "Razamanaz" e "Hair of the Dog", que definiram o som pesado pelo qual o grupo ficou conhecido.
Depois das luzes
Encerrado o show, a banda foi até a pista premium, em frente ao palco, para receber os fãs de perto. Na sequência, uma recepção mais reservada aconteceu no camarim – todos extremamente simpáticos e atenciosos. Gianni Pontillo, mesmo recém-chegado à banda, já circula com desenvoltura entre o público brasileiro e fala português com fluência.
A cena mais simples, porém, ficou para depois: enquanto a equipe técnica desmontava os equipamentos e carregava tudo para fora do Opinião, Pontillo foi flagrado batendo papo com a produção na rua Joaquim Nabuco, quase esquina com José do Patrocínio – e ainda parou para posar para fotos com vendedores ambulantes da região. Uma lenda do Rock, sim, mas também gente como a gente.

JULIO SASQUATT & OS ZODÍACOS GRAVAM DISCO AO VIVO NO GRAVADOR PUB EM 7 DE AGOSTO

Foto: Facebook
No próximo dia 7 de agosto, o baterista gaúcho Júlio Sasquatt apresentará ao público seu projeto autoral, Júlio Sasquatt & os Zodíacos. O show vai propiciar a gravação do primeiro disco ao vivo do músico, e acontecerá no Gravador Pub, na Rua Conde de Porto Alegre, 22, a partir das 20h.
Júlio Sasquatt vai mostrar 13 composições autorais que transitam entre o Rock Clássico e o Psicodélico, com uma identidade própria, contemporânea e minimalista.
Ele estará acompanhado dos músicos Rodrigo Tambara (teclados), Marco Azevedo (guitarra) e General Netho Vignol (contrabaixo).
Além do espetáculo, a noite terá um significado especial: todo o show será registrado para a gravação oficial do primeiro álbum ao vivo de Júlio Sasquatt e& os Zodíacos.
Júlio Sasquatt tem mais de 30 anos de atividades na Cena Gaúcha, onde foi produtor e baterista de Júpiter Maçã durante seis anos, integrou a banda Blackbirds, da Serra Gaúcha, e foi produtor e baterista de Edu K. Atualmente, é baterista do projeto solo de Marcelo Gross (Cachorro Grande).
Serviço:
Júlio Sasquatt & os Zodíacos Gravação Oficial do Disco Ao Vivo
Local: Gravador Pub
Endereço: Rua Conde de Porto Alegre, 22
Quando: 7 de agosto de 2026, sexta-feira
Horário: 20h
Ingressos: R$ 25,00

segunda-feira, 27 de julho de 2026

“1986 – O Ano Que o Rock Nacional Acertou”

Foto: Karina Faria
O livro “1986 – O Ano Que o Rock Nacional Acertou” é fruto de um ano de trabalho do jornalista Chico Izidro, do músico Lauro Arreguy (idealizador do projeto) e da radialista Karina Faria. A obra, publicada pela Editora Farol 3 Editores, traz a história de 40 discos fundamentais do Rock Nacional lançados naquele ano.
Por que exatamente 1986? Naquele ano, o primeiro depois do final da Ditadura Militar, o Brasil viveu um boom econômico, e o brasileiro com dinheiro no bolso e ânsia para gastar, viu o Rock Brasileiro viver seu período de maturidade, e assim poder mostrar seu trabalho com calma e vê-lo ser consumido pela grande massa.
Há exatas quatro décadas agora em 2026, o Rock, o Metal e o Punk apresentaram trabalhos fundamentais. Chegaram ao mercado discos como “Rádio Pirata Ao Vivo”, do RPM, “Cabeça Dinossauro”, do Titãs, “O Concreto Já Rachou”, da Plebe Rude, “Selvagem?”, do Paralamas do Sucesso, “Dois”, do Legião Urbana, “Lulu”, de Lulu Santos, “Garotos da Rua”, do Garotos da Rua, “Vivendo e Aprendendo”, do Ira!, “Às Vezes se Perguntam “, de Os Eles, “Rock Grande do Sul”, coletânea, “Longe Demais das Capitais”, do Engenheiros do Hawaii, “Antes do Fim”, do Dorsal Atlântica, “Descanse em Paz”, do Ratos do Porão, entre outros.
O livro, além de textos dos três organizadores, conta ainda com a colaboração de vários músicos, jornalistas e blogueiros, que se revezaram nas análises de cada disco: Roger Lerina, Igor Natusch, Daniel Rodrigues, Daniel Soares, Cristiano Aquino, Luiz Gonzaga Lopes, Bruna Bittencourt, Mateus Rister, Patrícia Figueiredo, Rodrigo de Oliveira, André Carvalho, Alisson Capellari, Márcio Grings, Ariston Sal Júnior e Cly Rodrigues, com apresentação de Juarez Fonseca, Márcio Grings, Ton Müller e Paulo Barp.
“1986 – O Ano Que o Rock Nacional Acertou” será lançado em vários eventos durante os meses de setembro e outubro, em livrarias, bares e casas de espetáculos de Porto Alegre. O preço de capa é de R$ 64,90. Os interessados em adquirir a obra podem fazê-lo também através dos whats 51-995180242, 51-992259918 e 51-999262281, ou pelo direct do instagram: https://www.instagram.com/oanorockde1986/.

quarta-feira, 22 de julho de 2026

CACHORRO GRANDE TOCA NA ÍNTEGRA DISCO DE ESTREIA NESTA SEXTA, NO ARAÚJO VIANNA

Foto: Fábio Rabelo
Após um hiato de sete anos, e com algumas apresentações pontuais, a banda Cachorro Grande está de volta aos palcos, em retorno definitivo, se apresentando no Auditório Araújo Vianna nesta sexta-feira, dia 24 de julho, às 21h30min.
Para comemorar o novo momento, o grupo porto-alegrense tocará na íntegra o disco que marcou sua estreia, em 2001, além de apresentar, em primeira mão, faixas do próximo álbum de inéditas.
A apresentação comemora os 25 anos de lançamento do álbum homônimo, com faixas icônicas como “Lunático” e “Sexperienced”. O show será dividido em dois blocos. No primeiro, contará com a interpretação do álbum Cachorro Grande (2001) na íntegra, com todas as músicas executadas na mesma ordem em que estão no CD.
Depois, o Cachorro Grande percorrerá clássicos dos outros discos da banda, além de mostrar músicas novas, que aparecerão em seu novo álbum de estúdio, previsto para ser lançado no fim deste ano.
A banda havia encerrado oficialmente suas atividades em 2019, depois de 20 anos e oito discos de carreira. Até que, em 2022, resolveram fazer um show de reunião em Porto Alegre, para matar um pouco da saudade. O reencontro deu tão certo, que passou a ser algo anual, se repetindo ainda em 2023 e 2024. Até que, em 2025, com o relacionamento mais próximo, a banda voltou à estrada, circulando pelo país com 20 shows. “Com essa convivência mais intensa, começamos naturalmente a ter ideias novas juntos e, aos poucos, passamos a trocar algumas demos. Quando vimos, estávamos com um repertório imenso, que poderia virar disco”, conta Gross.
A banda conta com sua formação clássica, que tem Beto Bruno nos vocais, Marcelo Gross na guitarra, Gabriel Boizinho na bateria e Pedro Pelotas nos teclados.
SERVIÇO
Cachorro Grande
Local: Auditório Araújo Vianna
Endereço: Avenida Osvaldo Aranha, 685, Parque Farroupilha, Bom Fim
Quando: 24 de julho, sexta-feira
Horário: 21h
Abertura da casa: 19h30
Escute “Cachorro Grande” (2001) no Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/album/7l9JHTpFmPDnjaAQkyIt4M

ROUPA NOVA TOCA DOIS DIAS SEGUIDOS NO ARAÚJO VIANNA

Foto: Facebook O Roupa Nova estará no Auditório Araújo Vianna, nos dias 8 e 9 de agosto, sábado e domingo próximos, para dois shows da tour...